© 2015 por Chatong Kennel

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Sobre

Sobre nós

Gostaria de apresentar a vocês, quem está por trás do Chatong Kennel:

 

Me chamo Camile Marinho de Lima e resido, junto com minha turminha de peludos e orelhudos, na cidade de Canoas - RS.

Sou médica veterinária, formada em 2009 pela Universidade Luterana do Brasil.

Atuo basicamente com atendimento e acessoria a canis, foi a maneira que encontrei de ter um horário mais flexível, e assim, poder cuidar melhor da minha própria criação.

 

Adquiri meu primeiro cão de raça pura (e pedigree) em 2002. Buscava um cão de companhia, que ficasse pequeno e que fosse peludo. O "cão da moda" na época era o Yorkshire, e na internet iniciei minhas buscas por um filhote desta raça, além de informações sobre os cuidados. Estudei e pesquisei bastante, fui em alguns canis, mas quando chegou o dia de finalmente comprar meu filhote, no canil que escolhi... ela tinha outras ninhadas e  acabei conhecendo e me apaixonando pelo Lhasa Apso. O temperamento calmo do Lhasa me arrebatou. Criei a raça por 9 anos, hoje tenho quatro lhasas de companhia, velhinhos.

O Bulldog Francês apareceu na minha vida após o desejo de ter um cão mais forte e robusto. Acabei conhecendo essa raça em uma feira de filhotes (o lugar menos indicado para se adquirir um filhote!), um cão forte, robusto e pequeno! Me conquistou na hora! E lá fui eu novamente para a internet, pesquisar mais sobre a raça e bons criadores. Em abril de 2004, chegou o Lucky, que acabou se tornando o primeiro reprodutor do Chatong Kennel,  juntamente com a Luma, nossa primeira e inesquecível bulldoguinha.

 

Iniciei a criação destas duas raças em 2006. Com o passar dos anos, fui aprendendo muito sobre a seleção dos cães, o melhoramento genético, a observação das características genotípicas e fenotípicas, e a aplicação destes conhecimentos para produzir cães cada vez mais típicos e saudáveis.

 

Gosto do que é correto e trabalho seguindo o padrão da raça. Meu objetivo é fixar um conjunto estrutural harmonioso, e aos poucos ir aperfeiçoando os detalhes.

A criação é um exercício de paciência, eu já tenho aqui tataranetas do meu primeiro Bulldog Francês (falecido em outubro de 2017 aos 12 anos e 10 meses). E é incrível ver algumas características serem passadas de geração em geração, ao mesmo tempo em que outras são introduzidas.

 

Meus filhotes são produzidos com todo o carinho do mundo, que vem desde os cuidados com os adultos, melhores vacinas, antipulgas, vermifugos, seleção de acasalamentos adequados, suplementação das mamães, acompanhamento permanente dos filhotes (noites e mais noites em claro!), gastos incontáveis e vida social bem reduzida.

Por isso, tenho o maior cuidado na seleção de novos lares que vão recebê-los. Hoje, vendo a grande maioria dos filhotes para companhia, já castradinhos. O público que melhor cuida, que mais se importa e que proporciona uma vida tão boa ou melhor que aqui.